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Portefólio nacional

– Brochura de Caracterização do Cluster Português da Água

– Empreendimento de fins múltiplos de Alqueva

O “Empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva” é um projeto estruturante no sul de Portugal assumindo-se como investimento âncora do desenvolvimento da região do Alentejo.

Este projeto encontra na barragem de Alqueva o ponto fulcral de todo o Empreendimento e na sua albufeira o recurso que garante o futuro da região, a água. Este conjunto de infraestruturas permite concretizar o maior sonho do Alentejo e potenciar do ponto de vista económico-social uma das regiões mais desfavorecidas da Europa.

alqueva fi

Para mais informações consulte o sítio de internet da EDIA.

 

– Barragem de Castelo do Bode

Barragem do Castelo do Bode

A barragem de Castelo do Bode é uma das mais importantes barragens portuguesas. Faz parte do conjunto de barragens da bacia do rio Zêzere tendo a montante a barragem da Bouçã. Situa-se nos limites dos concelhos de Tomar e Abrantes, no distrito de Santarém.

Este empreendimento estruturante suporta o abastecimento de água a cerca de 2,5 milhões de habitantes na região de Lisboa, a produção de energia eléctrica, a defesa contra cheias nesta bacia hidrográfica e uma variedade de actividades recreativas e de lazer (eco-turismo, windsurf, vela, remo, bem como a pesca desportiva).

Fonte:http://castelodebode.blogspot.pt/; AdP

 

     

– Complexo de Lever

Situado na margem esquerda do rio Douro, o complexo de Lever é tido como uma das melhores estruturas do género na Europa, sendo frequentemente solicitado para a realização de actividades de investigação e desenvolvimento no domínio das tecnologias de captação e tratamento de água para consumo humano. O complexo de Lever tem sido alvo do interesse de múltiplas delegações técnicas e está aberto à sociedade civil através do seu Centro de Educação Ambiental.

O complexo integra uma captação de água superficial, um reservatório de água bruta e outro de água tratada, uma unidade de pré-tratamento, uma estação de tratamento de água (ETA), uma unidade de tratamento de lamas, duas subestações eléctricas, duas estações elevatórias, além de três poços de captação em profundidade.

Responsável pelo tratamento de água para cerca de milhão e meio de habitantes na região do Porto, o complexo, gerido pela empresa Águas do Norte, S.A., contempla um conjunto das mais sofisticadas tecnologias no processo de tratamento de água, exibindo um excelente desempenho ambiental e encontrando-se perfeitamente integrado na paisagem circundante.

Fonte: http://www.adnorte.pt/

 

 

– Subsistema de Saneamento de Alcântara

O subsistema de Alcântara é responsavel pelo tratamento das águas residuais urbanas  geradas por cerca de 800 mil habitantes, servindo parte dos munícipios de Lisboa (zona Ocidental), Amadora e Oeiras. O subsistema é constituído pela Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Alcântara, por onze estações elevatórias, localizadas entre Algés e Alfama, e por 22,4 km de sistema interceptor.

No tratamento primário das águas residuais são utilizadas as tecnologias MULTIFLO e ACTIFLO, sendo esta última apenas utilizada em tempo húmido, ou seja, quando os caudais afluentes excedem a capacidade nominal das linhas MULTIFLO (3,3 m³/s). Para o tramento biológico, realizado por biofiltração, recorre-se à tecnologia BIOSTYR. A ETAR dispõe ainda de um sistema de desodorização com capacidade para tratar 160.000 m3/h de ar poluído. As águas residuais, após tratamento biológico, são sujeitas a desinfecção através de radiação ultra-violeta, sendo rejeitadas no rio Tejo em condições ambientalmente seguras.

A ETAR de Alcântara apresenta uma configuração única, em particular pela sua cobertura vegetal (um jardim suspenso), favorecendo a sua integração paisagística e a melhoria da qualidade do ar, a criação de habitats e fomento da biodiversidade em contexto urbano.

Fonte: AdP

 

 

– Empreendimento de Odelouca
O “Empreendimento de Odelouca” é um projeto de evidente importância no Sul de Portugal dada a necessidade de garantir a fiabilidade do abastecimento de água à região do Algarve.

Este projeto, enquadrado num rigoroso plano de protecção ambiental, compreende uma das maiores barragens de terra da Europa, a Barragem de Odelouca, que armazena a água proveniente de uma bacia hidrográfica com 393 km2 de área, numa albufeira com cerca de 7,8 km2 de área. A água é depois transportada pelos 8,15 km do Túnel Odelouca-Funcho até intersectar o adutor Funcho-Alcantarilha, 200 m a jusante da barragem do Funcho. Decorridos mais 11,5 km, a água da albufeira de Odelouca chega à Estação de Tratamento de Água (ETA) de Alcantarilha, onde é tratada e distribuída aos sistemas municipais.

Fonte: Águas do Algarve, S.A.www.aguasdoalgarve.pt

 

– Aproveitamento Hidroagrícola do Vale do Sorraia

Este aproveitamento hidroagrícola é constituído pelo sistema de irrigação do Paúl de Magos e do Vale do Sorraia, cobrindo uma área de irrigação de 16,4 mil hectares, dos quais são em média cultivados anualmente 12,2 mil hectares. Na área abrangida pelo aproveitamento hidroagrícola predominam os solos Hidromórficos Para-Aluviossolos de aluviões ou coluviais de textura pesada (Caa) e mediana (Ca) e os Aluviossolos Modernos Não Calcários de textura pesada (Aa) e mediana (A).

A água para a rega e fins industriais provém das albufeiras de Magos, localizada na ribeira de Magos, Montargil, localizada na ribeira de Sôr, e Maranhão, localizada na ribeira de Seda. A capacidade útil de armazenamento destas 3 barragens é de 327 milhões de m3 e, em média, o consumo anual de água para rega situa-se em 146 milhões de m3.
Sendo as principais culturas o arroz, com 45% da área cultivada, o milho com 37%, as forragens com 8% e o tomate com 7%, os sistemas de rega utilizados (média anual) são: gravidade (44%); pivot (35%); gota-a-gota (16%); baixa pressão (3%) e aspersão (2%). Fazem igualmente parte das infraestruturas o Açude do Gameiro, o Açude do Furadouro, 10 estações elevatórias e 384 km de rede de distribuição (sendo 113 km de canais principais, 99 km de distribuidores e 172 km de valas de irrigação). O Aproveitamento Hidroagrícola do Vale do Sorraia é gerido pela ARBVS – Associação de Regantes e Beneficiários do Vale do Sorraia, entidade com a responsabilidade pela sua conservação e exploração desde 1959. Atualmente, a ARBVS abrange mais de mil regantes.

Fonte: DGADR; ARBVS